sábado, 9 de julho de 2011
Ler para se deliciar...
Lançar Sementes
Criar Laços
Adequação e desempenho.
Deusa
quinta-feira, 16 de junho de 2011
BOLO DE COCO
Para o bolo:
4 ovos
2 copos (250ml) de açúcar
2 copos (250ml) de farinha de trigo
1 colh. (sopa) rasa de fermento em pó
1 copo (250ml) de leite fervente
Bata as claras em neve, junte as gemas uma a uma. Junte o açúcar e bata até formar bolhas. Adicione a farinha de trigo, o fermento e o leite, intercalando este com a farinha.
Coloque em assadeira grande, untada e enfarinhada. Leve ao forno pré-aquecido a 180º, por 40 minutos, ou até que fazendo o teste do palito este saia limpo.
Para a calda:
1 lata de leite condensado
1 lata de leite de vaca
1 vidro (200ml) de leite de coco
Misture todos os ingredientes muito bem.
Assim que o bolo sair do forno, corte-o em quadrados e regue com a calda. Toda ela!
Cobertura:
150g de coco ralado
Polvilhe o coco ralado sobre o bolo com a calda.
Leve ao freezer de um dia para o outro. Este bolo deve ser servido muito frio!
FONTE: http://noemiamartins.blogspot.com/2009/09/bolo-de-coco.html
RECEITINHAS PARA O SÃO JOÃO - BOLOS FÁCEIS E GOSTOSOS!
Ingredientes
1 litro de massa
4 ovos
250 gr de manteiga
2 garrafas de leite de coco
1 lata de leite condensado
½ xícara de açúcar
Como Fazer:
Bata tudo no liquidificador. Coloque em uma forma untada com manteiga e açúcar. Leve ao forno pré-aquecido para assar. Deixe dourar. Quando o palito sair limpo está pronto.
BOLO DE MILHO DELÍCIA
Ingredientes:
1 lata de milho verde
2 colheres de sopa de manteiga
1 xícara de chá de flocão de milho
3 ovos
1 vidro de leite de coco
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de fermento em pó
Como Fazer:
Bata tudo no liquidificador. Coloque em uma forma untada com manteiga e açúcar. Leve ao forno pré-aquecido para assar. Deixe dourar. Quando o palito sair limpo está pronto.
Estado antecipa salário dia 22 de junho
terça-feira, 14 de junho de 2011
O Mundo Precisa de Gente Disposta a Mudar
terça-feira, 7 de junho de 2011
Idéias Exequíveis
Quando estive na Cachoeira no ano passado, o professor Pedro Erivaldo convidou-me para fazer parte de uma Comissão que se reuniu nas dependências da Universidade, cujo objetivo era elaborar o documento intitulado “Carta ao Governador”. A aludida epístola reivindicatória seria entregue a Sua Excelência na Sessão Magna do 25 de Junho,
Durante a reunião, como o pensamento voa, lembrei-me que, numa certa ocasião, ao entrar na prefeitura, encontrei-me com os professores Adilson Gomes, meu amigo “Peixe” e dona Yolanda, esposa do meu fraterno e inesquecível amigo Manoelzinho. Os dois renomados educadores estavam elaborando a Constituição do Município da Cachoeira. A professora Yolanda que sempre me dispensou o maior apreço, pediu-me:
- Erivaldo, você que sempre tem boas ideias, sugira alguma coisa para que possamos incluir na pauta do trabalho que estamos fazendo e, posteriormente irá à apreciação e votação dos Vereadores.
Agradeci ao elogio e não me fiz de rogado, sugerindo a previsão de uma transferência da sede do governo municipal para o distrito do Capoeiruçu. Notei que ambos fizeram cara de espanto, então, teria de justificar:
- Em primeiríssimo lugar, a localização do Capoeiruçu às margens da BR 101 onde passam carros, ônibus, carretas de todo o Brasil. Alí está também o lago da barragem de Pedra do Cavalo, que faz ligação à montante com cidades importantes como Feira de Santana, e, ainda por cima, com uma rede ferroviária sendo utilizada. Melhor infraestrutura impossível.
Argumentei também que, dispunha na ocasião de uma cópia do Plano Piloto feito pela Desenvale, para a implantação da Vila Residencial no Capoeiruçu, e que acabou indo para Muritiba, por dois motivos: o inegável prestígio do prefeito Fraguinha com o governador ACM, e a letargia reconhecida das nossas autoridades municipais, preocupadas tão somente em nomeações para os seus correligionários.
Quando estava secretário municipal, na primeira gestão de Ariston Mascarenhas, -desculpem-me a imodéstia-, batalhei e consegui levar o IAENE para o Capoeiruçu. Existem testemunhas da época, e até uma Ata de Reunião na Câmara de Vereadores quando da assinatura da Escritura de Compra e Venda da propriedade rural do senhor Clóvis Chastinet
Voltando a sugestão apresentada aos professores Adilson e Yolanda, acredito que foi incluído, sim, um artigo prevendo tal mudança sem determinar data, como aliás se deu com a nossa Capital da República. Soube, depois, que o maior latifundiário do local exerceu pressão e o referido artigo foi retirado da Constituição Cachoeirana. O jogo ficou empatado em um a um, porque eu havia feito o primeiro gol ao levar o IAENE, fato que havia deixado o latifundiário muito chateado tendo em vista as suas pretensões expansionistas.
Na Carta ao Governador do ano passado, fiz duas sugestões; a primeira, a criação da Zona Franca do Porto da Cachoeira, a exemplo da existente em Manaus, com total isenção de impostos. Acredito que tal medida iria atrair investidores de peso para o município e outras cidades, prioritariamente a vizinha São Felix, muito teriam a usufruir.
A outra sugestão, seria a assinatura de um convênio entre a prefeitura e o governo estadual, para, com a supervisão do IBGE local, realizar um Censo Cultural. Já passou da hora de termos cadastrados os que trabalham com pintura, costura, escultura, guloseimas, pratos típicos, artesanato em geral, renda de bilro, charutos, enfim, uma gama de coisas que a gente nem imagina e que pode render ganhos aos cadastrados.
Creio que são ideias exequíveis, e que, infelizmente não foram levadas adiante.
Erivaldo Brito, Rio de Janeiro - Junho/2011
domingo, 5 de junho de 2011
Qual a verdadeira finalidade do ensino da língua inglesa na escola?
Não é de hoje que o ensino das línguas estrangeiras Brasil vem sendo discutido, refletido e mal interpretado ao longo dos anos, talvez por não se acreditar na sua relevância ou se desconhecer a sua verdadeira finalidade. Quanto a isso, Moita Lopes (1996) assegura que o campo de ensino de línguas estrangeiras no Brasil tem sido vítima de uma série de mitos, oriundos da falta de uma reflexão maior sobre o processo.
Apesar de longos anos dedicados à discussão sobre o processo de ensino e aprendizagem da língua estrangeira, ele permanece ineficiente nas escolas públicas. Isso parece estar acontecendo por não se atender à finalidade do ensino que o momento em que vivemos exige. [...]
[...]
A falta de esclarecimento da verdadeira finalidade do ensino da língua Inglesa nas escolas, para os docentes e discentes, resulta em fatores problemas, que constituem “barreira institucional e socialmente validadas contra quaisquer projetos pessoais ou coletivos de mudanças” (Donnini et al 2010, pg. 14). Entre esses problemas, cabe destacar: timidez, medo de errar, o uso inadequado de material didático e eletrônico, metodologia inadequada, a aparente falta de praticidade da língua alvo, o grande número de alunos numa sala de aula, falta de interesse por parte do aluno e do professor.
Para por fim nestes problemas, o que nós, professores de LI, precisamos enxergar é justamente os objetivos e finalidades do ensino desta língua multinacional. Só a partir daí é que o ensino da LI fará sentido, tanto para quem ensina quanto para quem aprende. [...]
Ensinar e aprender inglês para que?
A língua Inglesa tem se consagrado como segunda alternativa de comunicação na maioria dos países; é a língua dos esportes, do cinema, da Internet; é usada nos restaurantes, hotéis, nos negócios, nos aeroportos; em congressos, na diplomacia, nos meios científicos e na publicidade. Neste sentido Paiva (2005) cita Ventura que nos diz que:
“O inglês é uma epidemia que contamina 750 milhões de pessoas no planeta[1]. Essa língua sem fronteiras está na metade dos 10.000 jornais do mundo, em mais de 80% dos trabalhos científicos e nos jargões de inúmeras profissões, como a informática, a economia e a publicidade” (PAIVA, 2005, p. 10).
De modo semelhante, Le Breton (2005, p. 21) chegou à conclusão de que o Inglês de língua nacional, se tornou imperial, e tende a tornar-se universal, e não apenas por uma questão de geografia. Ele aspira manifestamente a se tornar a língua do progresso, da ciência, da pesquisa; a língua da inovação, da conquista material; a língua da riqueza; a língua dos homens que são seguros de si e que podem ser tomados como modelo, sem deixar de ser a língua do não-conformismo e da liberdade de espírito.
Por isso, língua Inglesa não é mais vista meramente como um fenômeno lingüístico através do qual se dissemina o progresso econômico da Inglaterra e dos Estados Unidos, hoje ela vai muito além disso
No entanto, devemos estar conscientes e buscar ensinar a usar a língua com outros propósitos; como por exemplo, para instrução, promover a solidariedade e a cidadania. (LEFFA, 2006).Este tipo de ensino faz-se necessário, para que o aprendiz possa se inserir e integrar-se em contextos diversos, e conseqüentemente acessar o mundo pós-moderno.
Desse modo, devemos ensinar e aprender Inglês, pois este processo possibilita a ativação ou ampliação das nossas formas de ver o mundo; teremos, assim, a oportunidade de refletir sobre a nossa própria cultura, o nosso ser, virtudes e ações, medindo, através de comparações, as nossas formas de agir, pensar e sentir, enriquecendo e muito a nossa formação, tornando significativos o ensino e a aprendizagem[...]
Mudança exige reflexão sobre as práticas. Por isso que, em se tratando do ensino e aprendizagem, mudanças no processo exigem uma tomada de consciência sobre o real para se buscar o ideal.
Flavius Almeida dos Anjos
flaviusanjos@ig.com.br
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