segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Este Ano Eu Vou Mudar de Vida



Esse ano eu vou mudar de vida.

Chega de ficar quebrando a cara com os velhos erros de sempre.

Quero cometer erros novos, passar por apertos diferentes, experimentar situações desconhecidas, sair da rotina e do lugar comum.

Esse ano vai rolar outra partida.

Chega de ficar olhando a porta, procurando uma saída, ensaiando a jornada sem nunca por o pé na estrada, esperando que me dêem o que eu tenho que conquistar, tentando descobrir um modo totalmente seguro de mudar por medo da falta que possa me fazer as coisas que eu mais preciso perder...

Esse ano, se eu tiver que sofrer, será por dificuldades reais.

Nunca mais por males imaginários, preocupado com coisas que jamais me acontecerão - a mim que não tenho deixado meus sonhos passarem do portão!

Chega de planejar o futuro e tropeçar no presente, de pensar demais e fazer de menos, de pensar de um jeito e fazer de outro, de me preparar tanto pra na hora agá me arrepender

Chega de ficar sonhando, sem viver.

Esse ano eu vou fazer e acontecer!

Chega de ouvir meu corpo dizer que sim e a cabeça que não, desses intermináveis conflitos que me fazem adiar para nunca a decisão de ser feliz, aqui e agora, antes que minha vida resolva ir embora.

Sem eu.

Não vou deixar mais um ano novo chegar com cara de velho, nem outro ano passar do mesmo jeito sem jeito.

Esse ano será a minha vez, sem nenhum talvez!

(Espero também que seja a de vocês)


(Geraldo Eustáquio de Souza)

Calendário de Fim de Ano 2011

ENCERRAMENTO DA IV UNIDADE – 07/12

RECUPERAÇÃO – 13/12 A 17/12

CONSELHO DE CLASSE :

19/12 – FUNDAMENTAL (PELA MANHÃ)

MÉDIO VESPERTINO (PELA TARDE)

EJA E MÉDIO NOTURNO (PELA NOITE)

20/12 – MÉDIO MATUTINO (PELA MANHÃ) e TÉCNICO

3° ANO:

ENCERRAMENTO DA IV UNIDADE – 02/12

RECUPERAÇÃO – 05/12 A 09/12

CONSELHO DE CLASSE : 13/12

FORMATURA: 17/12

PROFESSOR (A), AGENDE-SE E RESPONDA PRESENTE A ESTA CHAMADA!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

PARA PENSAR...

" Você pode deixar como está para ver como é que fica ou, com paciência e trabalho,
ir realizando as mudanças que precisam ser feitas na sua vida e no mundo à sua volta. "

Geraldo Eustáquio de Souza

ELEIÇÃO PARA DIREÇÃO DO CEC

Dia 16 de novembro será a eleição em nossa escola. Participe conosco e venha votar.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

AFINAL, O QUE É RAÇA?

Há alguns anos, descobriu-se que a diferença genética entre os mais diferentes grupos étnicos do mundo é muito pequena, o que derruba um outro mito: a existência de raças humanas. No entanto, quando as pessoas que defendem as cotas raciais falam de “raça”, estão dando um sentido político e social ao termo. Ou seja, referem-se às pessoas que se declaram ao IBGE como “pretas” ou “pardas”.

Numa leitura política, essas duas categorias de cores são entendidas como o segmento “negro” da população, pois as pesquisas mostram que as trajetórias das pessoas “pretas” e “pardas” são muito mais próximas do que a das “brancas”.

A desigualdade e a discriminação raciais precisam ser corrigidas com políticas públicas e não só com a ideia de que somos um “paraíso racial”. Por isso, a política de cotas tem adotado o critério da autoclassificação, dentro de um contexto de construção da identidade negra.


FONTE:CARTILHA: COTAS RACIAIS, POR QUE SIM?

http://www.dialogoscontraoracismo.org.br

O QUE É DISCRIMINAÇÃO RACIAL?

A Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Normas de Discriminação Racial da ONU, em seu artigo primeiro diz que adiscriminação social “significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campospolítico, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública."

(Convenção ratificada pelo Brasil em 27 de março de 1968).


FONTE: http://www.dialogoscontraoracismo.org.br/

A história da África em sala

As Leis:

A lei mais antiga 10.639/2003 não previa o ensino da cultura Indígena nas escolas brasileiras. O texto estabelece que o conteúdo programático inclua diversos aspectos da história e da cultura dos povos que formaram a população brasileira.

Aspectos como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional foram incorporados aos currículos depois da aprovação da Lei 11.645.

Do 6º ao 9º ano

O essencial: discutir o preconceito.

Ensino Fundamental 2 é o período ideal para o professor explicar aos alunos que o Brasil foi um país escravocrata e que a abolição da escravidão não veio acompanhada de um processo de inclusão dos negros na sociedade brasileira. Por isso, promover debates sobre as causas do preconceito contra os negros é fundamental, bem como ensinar os alunos a buscar respostas no processo histórico brasileiro.


Ensino Médio

O essencial: debater o preconceito de raça

Nesta etapa os professores de Sociologia podem trabalhar o próprio conceito de "raça", sempre com o objetivo de discutir a valorização das diferentes manifestações culturais com base nas representações do outro. A existência de cotas raciais nas universidades públicas e os motivos pelos quais elas se fazem necessárias no Brasil também podem gerar debates interessantes com a turma. É uma boa oportunidade para esclarecer aos estudantes que as cotas, por exemplo, fazem parte de um longo plano de ações que visa incluir os negros dignamente na sociedade.


FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/brasil-pais-todas-cores-643758.shtml


PARA SABER MAIS: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13788%3Adiversidade-etnico-racial&catid=194%3Asecad-educacao-continuada&Itemid=913